Junta de Freguesia de São Miguel de Poiares Junta de Freguesia de São Miguel de Poiares

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LEONARDO - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/4/DCS/2026)

LEONARDO - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/4/DCS/2026)

03-FEV-2026

LEONARDO - PRECIPITAÇÃO, VENTO, AGITAÇÃO MARÍTIMA E QUEDA DE NEVE - MEDIDAS PREVENTIVAS (03/02/2026)SITUAÇÃOO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê, para os próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido à influência da Depressão LEONARDO com precipitação, vento forte, agitação marítima forte e queda de neve, salientando-se:– Períodos de chuva, por vezes forte e persistente, a partir da tarde de hoje, 3 de fevereiro;– Vento forte, com rajadas até 75 km/h no litoral a sul do Cabo Mondego e até 95km/h nas serras do Sul;– Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas de noroeste até 6 metros, podendo atingir os 11 metros de altura máxima;– Queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela, com acumulações até 25cm acima de 1600 metros e entre 10 e 15cm acima de 1000metros, e nas serras do Norte e Centro.Informação meteorológica em www.ipma.ptInformação HidrológicaDe acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) salienta-se:– 3 de fevereiro - Bacias hidrográficas e municípios potencialmente atingidos por inundações fluviais:▪ Rio Vouga: Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Ovar, Vagos e Cantanhede;▪ Rio Águeda: Águeda;▪ Rio Mondego: Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Soure;▪ Rio Lis: Leiria;▪ Rio Tejo: Abrantes, Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Gavião, Golegã, Mação, Salvaterra de Magos, Santarém, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha;▪ Rio Sorraia: Coruche, Benavente; ▪ Rio Sado: Alcácer do Sal, Santiago do Cacém – com caudais superiores aos habituais, perigo para todas as atividades humanas realizadas no leito do rio e perigo potencial para aquelas que se realizem nas margens e áreas que se encontram inundadas.– 3 de fevereiro - Bacias hidrográficas e municípios em situação de vigilância:▪ Rio Lima: Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima;▪ Rio Cávado: Braga; Barcelos; Vila Verde;▪ Rio Ave: Santo Tirso, Trofa; Vila Nova de Famalicão;▪ Rio Douro: Gondomar, Porto; Vila Nova de Gaia; Lamego; Peso da Régua;▪ Rio Tâmega: Chaves, Amarante - pode ocorrer uma subida de caudal acima do previsto. Recomenda-se o acompanhamento da situação hidrológica.– 4 e 5 de fevereiro - Elevado risco de inundações:▪ Rio Vouga: Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Ovar, Vagos e Cantanhede;▪ Rio Águeda: Águeda;▪ Rio Mondego: Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Soure;▪ Rio Tejo: Abrantes, Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Gavião, Golegã, Mação, Salvaterra de Magos, Santarém, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha;▪ Rio Sorraia: Coruche, Benavente.▪ Rio Lima: Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima;▪ Rio Cávado: Braga; Barcelos; Vila Verde; Esposende;▪ Rio Ave: Santo Tirso, Trofa; Vila Nova de Famalicão;▪ Rio Douro: Gondomar, Porto; Vila Nova de Gaia; Lamego; Peso da Régua;▪ Rio Tâmega: Chaves, Amarante.Informação hidrológica em https://apambiente.ptEFEITOS EXPECTÁVEISEste quadro meteorológico deverá ser mais gravoso entre a tarde de hoje, 3 de fevereiro, e quinta-feira, 5 de fevereiro, sendo expectável:– A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro; – A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;– A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;– Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;– Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;– Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;– Desconforto térmico na população devido ao aumento da intensidade do vento.MEDIDAS PREVENTIVASA Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;– Evitar o estacionamento de veículos em áreas arborizadas;– Fechar e reforçar estores e janelas, em especial os que estão virados na direção do vento;– Recolher estruturas exteriores para evitar que sejam arrastados;– Fixar objetos no exterior e de varandas e parapeitos, como vasos, mobiliário de jardim ou outros;– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais; – Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;– Evitar a circulação em vias afetadas pela acumulação de neve e quando isso não for possível, adotar as seguintes medidas:• Verificação do estado dos pneus e respetivas pressões;• Transporte e colocação das correntes de neve nos veículos;• Assegurar o abastecimento de combustível em níveis que permitam percorrer trajetos alternativos ou a permanência do veículo em funcionamento por longos períodos de tempo, em caso de retenção nas vias afetadas;• Nos veículos elétricos, deve ser verificada a carga da bateria e analisada a existência de postos de carregamento no seu itinerário;• Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;• Providenciar alimentos adequados em quantidade e características, assim como medicamentos, de acordo com o número e tipologia de ocupantes dos veículos.– Nas vias afetadas pela acumulação de neve, evitar viagens com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais;– Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira;– Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas pela queda de neve;– Evitar qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações;– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;– Retirar das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.Acompanhe também as recomendações da Direção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.

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Apoio à População: Resposta às Inundações (Depressão Kristin)

Apoio à População: Resposta às Inundações (Depressão Kristin)

29-JAN-2026

 Na sequência da recente passagem da tempestade Kristin, informamos todos os nossos fregueses de que as equipas operacionais se encontram no terreno para dar uma resposta célere e eficaz aos estragos causados. Neste momento, o nosso foco principal e prioritário está centrado na resolução das inundações em habitações, num trabalho que está a ser realizado de forma articulada e em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares.Caso a sua habitação tenha sido afetada ou se detetar alguma situação que necessite de intervenção urgente, solicitamos que entre em contacto direto com as nossas equipas no terreno através dos números 965 535 792 ou 961 936 198. A vossa colaboração é essencial para que possamos chegar onde a ajuda é mais necessária.Importa, no entanto, referir que, devido ao elevado volume de ocorrências registadas, nem todas as situações terão uma resolução imediata. Estamos a dar prioridade absoluta aos casos mais críticos e urgentes, sendo que as restantes situações serão resolvidas progressivamente, de acordo com a disponibilidade dos meios operacionais.Agradecemos a vossa compreensão e paciência neste momento difícil. Continuamos a trabalhar empenhadamente para garantir que a segurança e o conforto regressem a todas as vossas casas o mais brevemente possível.

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Informação à População: Trabalhos de Recuperação e Levantamento de Estragos

Informação à População: Trabalhos de Recuperação e Levantamento de Estragos

28-JAN-2026

A Junta de Freguesia informa todos os fregueses que as nossas equipas se encontram no terreno, desde a primeira hora, a proceder ao levantamento rigoroso dos danos e estragos registados. Este esforço contínuo de monitorização e intervenção tem como objetivo garantir a segurança de todos e o restabelecimento da normalidade na nossa freguesia.Estes trabalhos estão a ser realizados em estreita articulação com as autoridades e entidades competentes, contando com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, da Proteção Civil, dos Corpos de Bombeiros e da Guarda Nacional Republicana (GNR), sob coordenação do comando operacional.Comunicação de Ocorrências Solicitamos que, caso detetem qualquer situação que careça de intervenção ou que represente um risco para a via pública, entrem em contacto direto com as nossas equipas que se encontram em permanência no terreno através dos seguintes números:965 535 792961 936 198Priorização das Intervenções Apelamos à compreensão de todos os fregueses para o facto de que, dada a natureza das ocorrências, nem todas as situações identificadas terão uma resolução imediata. As equipas estão, neste momento, a priorizar as intervenções mais críticas e urgentes. As restantes situações serão resolvidas de forma progressiva, mediante a disponibilidade técnica e a capacidade dos serviços operacionais.Estamos focados em acudir às necessidades principais com a maior brevidade possível. Agradecemos a vossa colaboração e o civismo demonstrado.A Junta de Freguesia

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KRISTIN - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/2/DCS/2026)

KRISTIN - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/2/DCS/2026)

27-JAN-2026

KRISTIN - PRECIPITAÇÃO, VENTO, AGITAÇÃO MARÍTIMA E QUEDA DE NEVE - MEDIDAS PREVENTIVASSITUAÇÃOO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê, para os próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido à passagem da depressão KRISTIN, com precipitação, por vezes forte, vento forte, agitação marítima forte e queda de neve, salientando-se:Períodos de chuva, por vezes forte, ocasionalmente de granizo e acompanhada de trovoada;Vento forte, com rajadas até 120 km/h nas terras altas e até 140 km/h no litoral a norte do cabo Mondego, bem como no interior das regiões Norte e Centro;Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas até 7 metros, podendo atingir os 14 metros de altura máxima;Queda de neve acima de 1600 metros de altitude, descendo a cota para 800 metros, prevendo-se acumulações entre 10 cm e 20 cm acima dos 1000 metros de altitude, nas regiões Norte e Centro.Informação HidrológicaDe acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) salienta-se:27 e 28 de janeiro: do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Cávado; rio Ave, rio Sousa, rio Mondego, rio Vouga, rio Águeda, rio Lima, sub-bacia do Vez; rio Douro, rio Tâmega, rio Zêzere e rio Nabão – caudais superiores aos habituais, possibilidade de inundações urbanas;27 e 28 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Tejo, sub-bacia do Sorraia; rio Guadiana (sul); Sado; rio Arade; Ribeiras do Algarve – potencial subida dos caudais;27, 28 e 29 de janeiro: Possibilidade de inundações urbanas nas zonas onde a precipitação será mais intensa.EFEITOS EXPECTÁVEISEste quadro meteorológico deverá ser mais gravoso a partir da tarde de hoje, 27 de janeiro, e a madrugada e amanhã, do dia 28 de janeiro, sendo expectável:A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;MEDIDAS PREVENTIVASA Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;Evitar a circulação em vias afetadas pela acumulação de neve e quando isso não for possível, adotar as seguintes medidas:Verificação do estado dos pneus e respetivas pressões;Transporte e colocação das correntes de neve nos veículos;Assegurar o abastecimento de combustível em níveis que permitam percorrer trajetos alternativos ou a permanência do veículo em funcionamento por longos períodos de tempo, em caso de retenção nas vias afetadas;Nos veículos elétricos, deve ser verificada a carga da bateria e analisada a existência de postos de carregamento no seu itinerário;Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;Providenciar alimentos adequados em quantidade e características, assim como medicamentos, de acordo com o número e tipologia de ocupantes dos veículos.Nas vias afetadas pela acumulação de neve, evitar viagens com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais;Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira;Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas pela queda de neve;Evitar qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações;Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;Retirar das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.Acompanhe também as recomendações (cuidados a ter com o frio) da Direção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.

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INGRID - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/1/DCS/2026)

INGRID - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/1/DCS/2026)

22-JAN-2026

INGRID - PRECIPITAÇÃO, VENTO, AGITAÇÃO MARÍTIMA E QUEDA DE NEVE | 22/01/2026SITUAÇÃOO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para os próximos dias um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido aos efeitos da depressão INGRID, com precipitação, por vezes forte, vento, agitação marítima e queda de neve, destacando-se:Períodos de chuva, por vezes forte, em especial no litoral a norte de Sines e no interior Centro e Sul, durante a tarde e início da noite de hoje, 22 de janeiro;Vento forte e com rajadas no litoral, em especial a sul do Cabo Mondego, e nas terras altas do Centro e Sul, mais intenso nos dias 23 e 24 de janeiro;Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas até 7 metros até ao final do dia 23 de janeiro, podendo atingir os 12 metros de altura máxima. No dia 24 de janeiro, prevêem-se ondas até 9 metros, podendo atingir os 15 metros de altura máxima;Queda de neve nas regiões Norte e Centro a 23 de janeiro, acima dos 600/800 m, descendo pontualmente aos 400 m no final da tarde, com acumulações até 5 cm acima dos 600 m e entre 20 a 30 cm acima dos 800 m até à manhã de 24 de janeiro.Informação Hidrológica De acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), podem ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos nas zonas historicamente mais vulneráveis, em particular nos dias:22 e 23 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Lima, sub-bacia do Vez; do rio Cávado; rio Mondego; rio Vouga; rio Guadiana (sul); rio Arade - potencial subida de caudais;22, 23 e 24 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Vouga, sub-bacia do Águeda - caudais superiores aos habituais. EFEITOS EXPECTÁVEISOs episódios de precipitação, vento, agitação marítima e queda de neve, estão normalmente associados:À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;À ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;À instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;A piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública; MEDIDAS PREVENTIVASA Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;Evitar a circulação em vias afetadas pela acumulação de neve e quando isso não for possível, adotar as seguintes medidas:Verificação do estado dos pneus e respetivas pressões;Transporte e colocação das correntes de neve nos veículos;Assegurar o abastecimento de combustível em níveis que permitam percorrer trajetos alternativos ou a permanência do veículo em funcionamento por longos períodos de tempo, em caso de retenção nas vias afetadas;Nos veículos elétricos, deve ser verificada a carga da bateria e analisada a existência de postos de carregamento no seu itinerário;Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;Providenciar alimentos adequados em quantidade e características, assim como medicamentos, de acordo com o número e tipologia de ocupantes dos veículos.Nas vias afetadas pela acumulação de neve, evitar viagens com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais;Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira;Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas pela queda de neve;Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;Retirar das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança. Acompanhe também as recomendações (cuidados a ter com o frio) da Direção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.

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Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

04-NOV-2024

O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR) abriu novamente o período de candidaturas para o Programa de Intervenções em Habitações, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que apoia a adaptação de habitações para pessoas com deficiência. Este programa tem como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei n.º 38/2004, que estabelece que o Estado deve assegurar condições habitacionais dignas e acessíveis a pessoas com necessidades específicas.O aviso n.º 9/C03-i02/2024 destina-se a pessoas com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%, confirmado pelo Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (AMIM). Os beneficiários podem candidatar-se a apoios para adaptar a sua habitação própria ou arrendada, bem como para intervenções em áreas comuns do edifício onde residem, promovendo maior autonomia e inclusão.Para se candidatarem, os interessados devem contactar a Câmara Municipal ou a Empresa Municipal da área onde residem e submeter a sua candidatura até às 23h59 do dia 15 de dezembro de 2024. Esta iniciativa pretende promover a acessibilidade habitacional e garantir a mobilidade de quem enfrenta limitações físicas, assegurando assim melhores condições de vida e a valorização da autonomia das pessoas com deficiência.O programa reafirma o compromisso do Estado em proporcionar uma sociedade mais inclusiva, visando eliminar barreiras estruturais e facilitar a integração plena dos cidadãos com deficiência. Para mais informações, o INR disponibiliza um canal de comunicação por e-mail para o esclarecimento de dúvidas: inr-pih.prr@inr.mtsss.pt.Fonte: INR

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Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO) - Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO) - Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

01-NOV-2024

Âmbito e objetivosA evolução demográfica e a exposição a fatores de risco determinam um aumento da incidência das doenças oncológicas nas próximas décadas.  Por outro a sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar, sendo crescente uma nova população - os sobreviventes de cancro - com problemas clínicos e sociais particulares, que invocam novos desafios aos sistemas de saúde e de proteção social.Para além dos aspetos que decorrem do tratamento médico propriamente dito, os sobreviventes de cancro e os seus cuidadores têm de lidar com outras dimensões, de natureza social, económica, relacional e psicológica, determinantes da sua qualidade de vida.As organizações da sociedade civil (enquadradas no que comumente é designado por terceiro setor ou economia social), têm registado uma crescente relevância social - por um lado, no domínio da capacitação e empoderamento dos doentes e, por outro, de complementaridade aos sistemas de saúde e de proteção social. Reconhecendo, por um lado, as vantagens de uma intervenção social no contexto comunitário e, por outro, as limitações de recursos para cumprimento da missão social destas organizações, o Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro lança a primeira edição das Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO).A BISO têm como objetivo o financiamento de projetos de intervenção social que venham a ser formulados por organizações da sociedade civil, isoladamente ou com entidades parceiras ou copromotoras, dirigidos a doentes oncológicos e/ou cuidadores, visando a redução da vulnerabilidade social e a promoção da qualidade de vida dos destinatários.Público-alvo de intervenção socialAs BISO destinam-se a financiar projetos que tenham como população-alvo principal doentes oncológicos e/ou cuidadores em situações de vulnerabilidade social, visando a melhoria das condições socioeconómicas e funcionais destes destinatários.Entidades elegíveisSão elegíveis para candidatura às BISO as organizações da economia social previstas na Lei de Bases da Economia Social, conforme o disposto na Lei nº 30/2013 de 8 de maio.As organizações elegíveis deverão desenvolver atividades de promoção e proteção da saúde, nomeadamente através da prestação de cuidados de medicina preventiva, curativa ou de reabilitação ou de apoio social;As entidades que venham apresentar candidatura devem regularmente constituídas, segundo a legislação em vigor, terem domicílio fiscal e desenvolverem atividade na Região Centro (área de influência do Núcleo Regional do Centro da LPCC a que corresponde a NUTS II de 1999).A candidatura deve estar vinculada à execução de um projeto que, se selecionado, deverá ser realizado durante a vigência do protocolo de colaboração.Entidade financiadoraLiga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do CentroCabimento orçamental200.000€ (2024/25)Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

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Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

14-OUT-2024

Candidaturas abertas à Medida 3 do Programa Formar+ : «Apoio Formativo ao Associativismo»Período de candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens decorre entre 7 de outubro e 15 de novembro. Está aberto o período de candidaturas à Medida 3 - Apoio Formativo ao Associativismo do Programa Formar+ /2025 ao qual se podem candidatar associações ou federações efetivas no RNAJ -Registo Nacional do Associativismo Jovem, que pretendam promover um plano de formação enquadrado na educação não formal, a executar em 2025.A formação, promovida no âmbito deste apoio é dirigida a dirigentes que pertençam aos órgãos sociais e jovens filiados/as de associações e federações de jovens RNAJ.Entre as áreas de formação mais votadas e propostas apresentadas no período de auscultação, foram selecionadas as seguintes áreas prioritárias de formação:Transição Digital;Contabilidade e Fiscalidade Associativas;Sustentabilidade Ambiental.Dentro de cada uma destas áreas, podem ser integradas diferentes ações de formação. Estas áreas de formação não são restritivas para a construção dos planos de formação a candidatar. As entidades podem submeter formação em quaisquer áreas que entendam como pertinentes para o seu desempenho qualitativo na gestão e execução das atividades associativas.As candidaturas são submetidas exclusivamente através de aplicação informática, na Plataforma de Gestão dos Programas de Apoio ao Associativismo Jovem. Para tal, é requisito importante proceder ao registo da entidade e do seu representante legal no Registo Único IPDJ, caso ainda não tenha havido lugar a registo. Fonte: IPDJ

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Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

07-OUT-2024

Já é possível, desde 30 de setembro, pedir cheques (vouchers) para consultas grátis de psicologia e nutrição no novo portal gov.pt.Os cheques fazem parte de um conjunto de medidas do Governo de apoio a jovens, especialmente dedicadas a estudantes do ensino superior. São disponibilizados 100 mil Cheques Psicólogo e 50 mil Cheques Nutricionista, distribuídos, a nível nacional, por instituições de ensino superior públicas e privadas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Cada estudante a quem o pedido de cheque seja aceite terá direito entre 2 a 12 consultas de psicologia e 1 a 6 consultas de nutrição, por indicação da/o profissional de saúde.A marcação de consultas é feita diretamente com os psicólogos e nutricionistas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Ambos os serviços já estão disponíveis no novo portal gov.pt. Consulte a informação sobre cada um e faça o pedido através das páginas seguintes:Pedir Cheque PsicólogoPedir Cheque NutricionistaOs serviços digitais para pedidos de Cheques Psicólogo e Nutricionista foram desenvolvidos pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), em conjunto com a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a entidade responsável pelo serviço, e em colaboração com a Ordem dos Psicólogos e a Ordem dos Nutricionistas. Fonte: gov.pt

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