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KRISTIN - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/2/DCS/2026)

KRISTIN - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/2/DCS/2026)

27-JAN-2026

KRISTIN - PRECIPITAÇÃO, VENTO, AGITAÇÃO MARÍTIMA E QUEDA DE NEVE - MEDIDAS PREVENTIVASSITUAÇÃOO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê, para os próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido à passagem da depressão KRISTIN, com precipitação, por vezes forte, vento forte, agitação marítima forte e queda de neve, salientando-se:Períodos de chuva, por vezes forte, ocasionalmente de granizo e acompanhada de trovoada;Vento forte, com rajadas até 120 km/h nas terras altas e até 140 km/h no litoral a norte do cabo Mondego, bem como no interior das regiões Norte e Centro;Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas até 7 metros, podendo atingir os 14 metros de altura máxima;Queda de neve acima de 1600 metros de altitude, descendo a cota para 800 metros, prevendo-se acumulações entre 10 cm e 20 cm acima dos 1000 metros de altitude, nas regiões Norte e Centro.Informação HidrológicaDe acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) salienta-se:27 e 28 de janeiro: do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Cávado; rio Ave, rio Sousa, rio Mondego, rio Vouga, rio Águeda, rio Lima, sub-bacia do Vez; rio Douro, rio Tâmega, rio Zêzere e rio Nabão – caudais superiores aos habituais, possibilidade de inundações urbanas;27 e 28 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Tejo, sub-bacia do Sorraia; rio Guadiana (sul); Sado; rio Arade; Ribeiras do Algarve – potencial subida dos caudais;27, 28 e 29 de janeiro: Possibilidade de inundações urbanas nas zonas onde a precipitação será mais intensa.EFEITOS EXPECTÁVEISEste quadro meteorológico deverá ser mais gravoso a partir da tarde de hoje, 27 de janeiro, e a madrugada e amanhã, do dia 28 de janeiro, sendo expectável:A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;MEDIDAS PREVENTIVASA Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;Evitar a circulação em vias afetadas pela acumulação de neve e quando isso não for possível, adotar as seguintes medidas:Verificação do estado dos pneus e respetivas pressões;Transporte e colocação das correntes de neve nos veículos;Assegurar o abastecimento de combustível em níveis que permitam percorrer trajetos alternativos ou a permanência do veículo em funcionamento por longos períodos de tempo, em caso de retenção nas vias afetadas;Nos veículos elétricos, deve ser verificada a carga da bateria e analisada a existência de postos de carregamento no seu itinerário;Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;Providenciar alimentos adequados em quantidade e características, assim como medicamentos, de acordo com o número e tipologia de ocupantes dos veículos.Nas vias afetadas pela acumulação de neve, evitar viagens com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais;Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira;Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas pela queda de neve;Evitar qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações;Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;Retirar das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.Acompanhe também as recomendações (cuidados a ter com o frio) da Direção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.

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INGRID - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/1/DCS/2026)

INGRID - AVISO À POPULAÇÃO ( AVISO/1/DCS/2026)

22-JAN-2026

INGRID - PRECIPITAÇÃO, VENTO, AGITAÇÃO MARÍTIMA E QUEDA DE NEVE | 22/01/2026SITUAÇÃOO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para os próximos dias um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido aos efeitos da depressão INGRID, com precipitação, por vezes forte, vento, agitação marítima e queda de neve, destacando-se:Períodos de chuva, por vezes forte, em especial no litoral a norte de Sines e no interior Centro e Sul, durante a tarde e início da noite de hoje, 22 de janeiro;Vento forte e com rajadas no litoral, em especial a sul do Cabo Mondego, e nas terras altas do Centro e Sul, mais intenso nos dias 23 e 24 de janeiro;Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas até 7 metros até ao final do dia 23 de janeiro, podendo atingir os 12 metros de altura máxima. No dia 24 de janeiro, prevêem-se ondas até 9 metros, podendo atingir os 15 metros de altura máxima;Queda de neve nas regiões Norte e Centro a 23 de janeiro, acima dos 600/800 m, descendo pontualmente aos 400 m no final da tarde, com acumulações até 5 cm acima dos 600 m e entre 20 a 30 cm acima dos 800 m até à manhã de 24 de janeiro.Informação Hidrológica De acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), podem ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos nas zonas historicamente mais vulneráveis, em particular nos dias:22 e 23 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Lima, sub-bacia do Vez; do rio Cávado; rio Mondego; rio Vouga; rio Guadiana (sul); rio Arade - potencial subida de caudais;22, 23 e 24 de janeiro: nas Bacias hidrográficas do rio Vouga, sub-bacia do Águeda - caudais superiores aos habituais. EFEITOS EXPECTÁVEISOs episódios de precipitação, vento, agitação marítima e queda de neve, estão normalmente associados:À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;À ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;À instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;A piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública; MEDIDAS PREVENTIVASA Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;Evitar a circulação em vias afetadas pela acumulação de neve e quando isso não for possível, adotar as seguintes medidas:Verificação do estado dos pneus e respetivas pressões;Transporte e colocação das correntes de neve nos veículos;Assegurar o abastecimento de combustível em níveis que permitam percorrer trajetos alternativos ou a permanência do veículo em funcionamento por longos períodos de tempo, em caso de retenção nas vias afetadas;Nos veículos elétricos, deve ser verificada a carga da bateria e analisada a existência de postos de carregamento no seu itinerário;Garantir que os sistemas de aquecimento dos veículos se encontram em bom estado de funcionamento;Providenciar alimentos adequados em quantidade e características, assim como medicamentos, de acordo com o número e tipologia de ocupantes dos veículos.Nas vias afetadas pela acumulação de neve, evitar viagens com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais;Evitar circular naquelas vias com veículos pesados, em particular articulados, veículos com reboque e veículos de tração traseira;Restringir ao máximo possível os movimentos de veículos e de pessoas apeadas, nas zonas potencialmente afetadas pela queda de neve;Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;Retirar das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança. Acompanhe também as recomendações (cuidados a ter com o frio) da Direção-Geral da Saúde em www.dgs.pt.

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Nova plataforma para atribuição do Subsídio Social de Mobilidade

Nova plataforma para atribuição do Subsídio Social de Mobilidade

07-JAN-2026

O Governo publicou o decreto-lei n.º 1-A/2026, que altera o modelo de atribuição do Subsídio Social de Mobilidade (SSM) e define um período transitório para a nova plataforma eletrónica, a qual ficará disponível a partir de 8 de janeiro. A medida aplica-se às viagens entre as regiões autónomas e o continente, mantendo os pagamentos nos balcões dos CTT até que todas as funcionalidades digitais estejam operacionais, previsto para junho de 2026.O acesso à plataforma será feito via Autenticação.gov, com possibilidade de usar Chave Móvel Digital ou códigos do Cartão de Cidadão. O SSM poderá ser solicitado logo após a compra da viagem, e os beneficiários poderão suportar apenas metade do custo em viagens só de ida ou emparelhar com a de regresso para atingir o valor máximo elegível.As faturas das viagens "deverão ser emitidas em nome do beneficiário ou de um membro do seu agregado familiar".O Governo lembrou ainda que o valor suportado pelos residentes dos Açores nas ligações aéreas com o continente baixou de 134 para 119 euros e pelos residentes na Madeira de 86 para 79 euros.Sublinhou ainda que "reconhece o subsídio social de mobilidade como um instrumento fundamental de coesão social e territorial, contribuindo para mitigar os efeitos da insularidade, em particular junto das gerações mais jovens que vivem/estudam nas ilhas e vivem/estudam no continente". Fonte: Economia ao Minuto

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Tabelas de Retenção do IRS 2026

Tabelas de Retenção do IRS 2026

06-JAN-2026

Foram divulgadas as novas tabelas de retenção na fonte de IRS que vão ser aplicadas às remunerações e pensões ao longo de 2026. Quem aufere o salário mínimo nacional, que passa de 870 para 920 euros este mês, continua isento de retenção.Em Portugal, os salários sofrem dois descontos obrigatórios: 11% para a Segurança Social e outro relativo ao IRS, determinado pelas tabelas de retenção. Vencimentos até 920 euros não pagam IRS na fonte. No entanto, na Função Pública, a base remuneratória ficará cerca de 15 euros acima do mínimo, levando os salários mais baixos do Estado a descontar IRS mensalmente.As tabelas refletem também o novo mínimo de existência (12.880 euros anuais) e a atualização automática dos escalões em 3,51%, com ligeira redução das taxas do 2.º ao 5.º escalão em 0,3 pontos percentuais, conforme o Orçamento do Estado de 2026. Fonte: Portal das Finanças ; Sapo 

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Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

04-NOV-2024

O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR) abriu novamente o período de candidaturas para o Programa de Intervenções em Habitações, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que apoia a adaptação de habitações para pessoas com deficiência. Este programa tem como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei n.º 38/2004, que estabelece que o Estado deve assegurar condições habitacionais dignas e acessíveis a pessoas com necessidades específicas.O aviso n.º 9/C03-i02/2024 destina-se a pessoas com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%, confirmado pelo Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (AMIM). Os beneficiários podem candidatar-se a apoios para adaptar a sua habitação própria ou arrendada, bem como para intervenções em áreas comuns do edifício onde residem, promovendo maior autonomia e inclusão.Para se candidatarem, os interessados devem contactar a Câmara Municipal ou a Empresa Municipal da área onde residem e submeter a sua candidatura até às 23h59 do dia 15 de dezembro de 2024. Esta iniciativa pretende promover a acessibilidade habitacional e garantir a mobilidade de quem enfrenta limitações físicas, assegurando assim melhores condições de vida e a valorização da autonomia das pessoas com deficiência.O programa reafirma o compromisso do Estado em proporcionar uma sociedade mais inclusiva, visando eliminar barreiras estruturais e facilitar a integração plena dos cidadãos com deficiência. Para mais informações, o INR disponibiliza um canal de comunicação por e-mail para o esclarecimento de dúvidas: inr-pih.prr@inr.mtsss.pt.Fonte: INR

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Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO) - Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO) - Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

01-NOV-2024

Âmbito e objetivosA evolução demográfica e a exposição a fatores de risco determinam um aumento da incidência das doenças oncológicas nas próximas décadas.  Por outro a sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar, sendo crescente uma nova população - os sobreviventes de cancro - com problemas clínicos e sociais particulares, que invocam novos desafios aos sistemas de saúde e de proteção social.Para além dos aspetos que decorrem do tratamento médico propriamente dito, os sobreviventes de cancro e os seus cuidadores têm de lidar com outras dimensões, de natureza social, económica, relacional e psicológica, determinantes da sua qualidade de vida.As organizações da sociedade civil (enquadradas no que comumente é designado por terceiro setor ou economia social), têm registado uma crescente relevância social - por um lado, no domínio da capacitação e empoderamento dos doentes e, por outro, de complementaridade aos sistemas de saúde e de proteção social. Reconhecendo, por um lado, as vantagens de uma intervenção social no contexto comunitário e, por outro, as limitações de recursos para cumprimento da missão social destas organizações, o Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro lança a primeira edição das Bolsas de Intervenção Social em Oncologia (BISO).A BISO têm como objetivo o financiamento de projetos de intervenção social que venham a ser formulados por organizações da sociedade civil, isoladamente ou com entidades parceiras ou copromotoras, dirigidos a doentes oncológicos e/ou cuidadores, visando a redução da vulnerabilidade social e a promoção da qualidade de vida dos destinatários.Público-alvo de intervenção socialAs BISO destinam-se a financiar projetos que tenham como população-alvo principal doentes oncológicos e/ou cuidadores em situações de vulnerabilidade social, visando a melhoria das condições socioeconómicas e funcionais destes destinatários.Entidades elegíveisSão elegíveis para candidatura às BISO as organizações da economia social previstas na Lei de Bases da Economia Social, conforme o disposto na Lei nº 30/2013 de 8 de maio.As organizações elegíveis deverão desenvolver atividades de promoção e proteção da saúde, nomeadamente através da prestação de cuidados de medicina preventiva, curativa ou de reabilitação ou de apoio social;As entidades que venham apresentar candidatura devem regularmente constituídas, segundo a legislação em vigor, terem domicílio fiscal e desenvolverem atividade na Região Centro (área de influência do Núcleo Regional do Centro da LPCC a que corresponde a NUTS II de 1999).A candidatura deve estar vinculada à execução de um projeto que, se selecionado, deverá ser realizado durante a vigência do protocolo de colaboração.Entidade financiadoraLiga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do CentroCabimento orçamental200.000€ (2024/25)Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro

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Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

14-OUT-2024

Candidaturas abertas à Medida 3 do Programa Formar+ : «Apoio Formativo ao Associativismo»Período de candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens decorre entre 7 de outubro e 15 de novembro. Está aberto o período de candidaturas à Medida 3 - Apoio Formativo ao Associativismo do Programa Formar+ /2025 ao qual se podem candidatar associações ou federações efetivas no RNAJ -Registo Nacional do Associativismo Jovem, que pretendam promover um plano de formação enquadrado na educação não formal, a executar em 2025.A formação, promovida no âmbito deste apoio é dirigida a dirigentes que pertençam aos órgãos sociais e jovens filiados/as de associações e federações de jovens RNAJ.Entre as áreas de formação mais votadas e propostas apresentadas no período de auscultação, foram selecionadas as seguintes áreas prioritárias de formação:Transição Digital;Contabilidade e Fiscalidade Associativas;Sustentabilidade Ambiental.Dentro de cada uma destas áreas, podem ser integradas diferentes ações de formação. Estas áreas de formação não são restritivas para a construção dos planos de formação a candidatar. As entidades podem submeter formação em quaisquer áreas que entendam como pertinentes para o seu desempenho qualitativo na gestão e execução das atividades associativas.As candidaturas são submetidas exclusivamente através de aplicação informática, na Plataforma de Gestão dos Programas de Apoio ao Associativismo Jovem. Para tal, é requisito importante proceder ao registo da entidade e do seu representante legal no Registo Único IPDJ, caso ainda não tenha havido lugar a registo. Fonte: IPDJ

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Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

07-OUT-2024

Já é possível, desde 30 de setembro, pedir cheques (vouchers) para consultas grátis de psicologia e nutrição no novo portal gov.pt.Os cheques fazem parte de um conjunto de medidas do Governo de apoio a jovens, especialmente dedicadas a estudantes do ensino superior. São disponibilizados 100 mil Cheques Psicólogo e 50 mil Cheques Nutricionista, distribuídos, a nível nacional, por instituições de ensino superior públicas e privadas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Cada estudante a quem o pedido de cheque seja aceite terá direito entre 2 a 12 consultas de psicologia e 1 a 6 consultas de nutrição, por indicação da/o profissional de saúde.A marcação de consultas é feita diretamente com os psicólogos e nutricionistas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Ambos os serviços já estão disponíveis no novo portal gov.pt. Consulte a informação sobre cada um e faça o pedido através das páginas seguintes:Pedir Cheque PsicólogoPedir Cheque NutricionistaOs serviços digitais para pedidos de Cheques Psicólogo e Nutricionista foram desenvolvidos pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), em conjunto com a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a entidade responsável pelo serviço, e em colaboração com a Ordem dos Psicólogos e a Ordem dos Nutricionistas. Fonte: gov.pt

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Outubro Rosa: mês de prevenção do cancro da mama

Outubro Rosa: mês de prevenção do cancro da mama

01-OUT-2024

Outubro Rosa: mês de prevenção do cancro da mamaO movimento conhecido por “Outubro Rosa” (Pink October) nasceu nos Estados Unidos da América, na década de 90 do século passado, com o intuito de inspirar a mudança e mobilizar a sociedade para a luta contra o cancro da mama. Desde então, por todo o mundo, a cor rosa é utilizada para homenagear as mulheres com cancro da mama, sensibilizar para a prevenção e diagnóstico precoce e apoiar a investigação nesta área.A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em representação da EUROPA DONNA (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) e através do Movimento “Vencer e Viver”, promove a iniciativa “Outubro Rosa” com a finalidade de consciencializar para a prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama, nomeadamente através do Rastreio, e divulgar informação e formas de apoio à mulher e família.​A Liga Portuguesa Contra o Cancro desafia a comunidade a juntar-se ao movimento “Outubro Rosa”, com o desenvolvimento de iniciativas solidárias durante o mês de outubro, com particular destaque para os dias em que se assinalam três importantes efemérides:​​13 de outubro: Dia Mundial do Cancro da Mama Metastático 15 de outubro: Dia da Saúde da Mama (Breast Health Day)30 de outubro: Dia Nacional de Prevenção do Cancro da MamaO Cancro da MamaO cancro da mama é um relevante problema de saúde pública. Segundo os dados estatísticos mais recentes (Globocan, 2024), o cancro da mama é o mais frequente (prevalente) em Portugal e em todo mundo.Em 2022, no nosso país, estima-se que cerca de 9.000 mulheres tenham sido diagnosticadas com cancro da mama e mais de 2.000 tenham morrido com esta doença. Apesar de ser o tipo de cancro mais incidente na mulher (com maior número de casos), cerca de 1 em cada 100 cancros da mama desenvolvem-se no homem.Não são conhecidas as causas exatas do cancro da mama. No entanto, foram identificados alguns fatores de risco que importa conhecer:O maior fator de risco para o cancro da mama é a idade (80% de todos os tipos de cancro da mama ocorre em mulheres com mais de 50 anos);Uma mulher que já tenha tido cancro numa das mamas tem maior risco de ter esta doença na outra;As alterações em determinados genes, transmitidas pelos pais, estão na origem de cerca de 5% a 10% dos casos de cancro da mama;O excesso de peso aumenta o risco de desenvolvimento de cancro da mama;O consumo de tabaco ou o consumo excessivo de álcool estão associados ao desenvolvimento de vários cancros, incluindo o da mama;A primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos) e uma menopausa tardia (após os 55 anos) são fatores de risco para o cancro da mama.​Se diagnosticado e tratado precocemente, o cancro da mama tem uma taxa de cura superior a 90%. A prevenção e diagnóstico precoce são fundamentais para o aumento da sobrevivência e manutenção da qualidade de vida da mulher. ​Rastreio de Cancro da MamaO Rastreio de Cancro da Mama é uma atividade de medicina preventiva, de base comunitária através do qual se pretende o diagnóstico precoce, descobrindo tumores muito pequenos, muitas vezes não palpáveis e só vistos em mamografia ou ecografia ou em fase evolutiva não invasiva permitindo, assim, tratamentos menos mutilantes (cirurgia conservadora) e menos traumatizantes e uma sobrevida livre de doença e global mais longa.O Programa de Rastreio de Cancro da Mama (desenvolvido em estreita colaboração com os Cuidados de Saúde Primários) cobre actualmente, as regiões Centro e Norte e Sul do País.Utiliza sobretudo Unidades Móveis que se deslocam de 2 em 2 anos a cada concelho e Unidades Fixas.São enviadas cartas-convites às mulheres em idade rastreável (50-69 anos) inscritas nos Centros de Saúde, para realizar uma mamografia (exame gratuito).Clique aqui para saber mais sobre o Rastreio de Cancro da Mama promovido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro.Movimento Vencer e ViverVencer e Viver é um movimento de entreajuda que visa o apoio a todas as mulheres, familiares e amigos desde o momento em que é diagnosticado um cancro da mama. Baseia-se no contacto pessoal entre a mulher que se encontra a viver uma situação de particular vulnerabilidade e uma voluntária que vivenciou uma situação semelhante. ​Em Portugal é promovido e financiado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, através dos seus Núcleos Regionais e teve início em 1981. Europa DonnaA EUROPA DONNA (ED), Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama, é uma organização independente, sem fins lucrativos, cujos membros filiados são organizações de países de toda a Europa. Em Portugal a Europa Donna é representada e desenvolve a sua atividade através da Liga Portuguesa Contra o Cancro. A Coligação desenvolve a sua atividade no sentido de aumentar a tomada de consciência para o cancro de mama, para mobilizar o apoio das mulheres europeias na sensibilização e educação para a saúde, o rastreio organizado, os melhores tratamentos e aumento do financiamento para a investigação.A ED representa os interesses das mulheres europeias sobre cancro de mama perante as autoridades locais e nacionais, bem como junto das instituições da UE. Fonte: Liga Portuguesa Contra o Cancro 

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